Canal Brasil exibe maratona de filmes estrelados por Norma Bengell no dia 9 de outubro

Norma Bengell. Crédito: Divulgação.

O Canal Brasil vai exibir uma maratona de filmes estrelados pela atriz Norma Bengell, no dia 9 de outubro, data que marca uma década de sua morte. A homenagem começa à 0h, na madrugada de domingo, dia 08, para segunda, dia 09, com uma entrevista concedida por Norma ao canal. Logo em seguida, a partir de 0h15, os longas "Os Cafajestes", "O Homem do Sputnik", "A Idade da Terra", "Vagas para Moças de Fino Trato", "A Casa Assassinada" e "Noite Vazia" completam a programação.

O filme que abre a mostra, exibido à 0h15, "Os Cafajestes", é um drama de Ruy Guerra, protagonizado por Norma, que traz a história de um jovem rico que, ao notar que seu pai está em processo de falência, consegue fotos de seu tio rico com uma amante e o chantageia por dinheiro. Logo em seguida, à 1h45, a comédia de Carlos Manga, "O Homem do Sputnik" conta a história de um homem simples que cria galinhas e acredita que seu quintal tenha sido atingido pelo satélite Sputnik. O boato se torna conhecido e o homem passa a ser perseguido por espiões americanos. Ambos os filmes estão na lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos da Abraccine. "A Idade da Terra", de Glauber Rocha, aborda quatro representações personificadas de Cristo, um negro, um militar, um índio e um guerrilheiro, que lutam contra John Brahms, um estrangeiro que busca "civilizar" os tupiniquins, e será exibido às 3h25.

Às 6h, "Vagas para Moças de Fino Trato", comédia de Paulo Thiago, conta as divertidas histórias de três mulheres que moram juntas no mesmo apartamento e dividem brigas e amores. Dirigido por Paulo Cesar Saraceni, "A Casa Assassinada" é uma adaptação do livro "Crônica da Casa Assassinada", de Lúcio Cardoso, e traz para a grade do Canal Brasil, às 7h40, Norma Bengell no papel principal. Para fechar a homenagem, às 9h25 será exibido "Noite Vazia", do cineasta Walter Hugo Khouri, que também está na lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos e concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1965.

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