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Elo Company anuncia títulos do Selo ELAS 2021, que representam seis estados brasileiros

O Selo Elas, iniciativa da Elo Company que fomenta longa-metragens dirigidos por mulheres como forma de colaborar com a equidade de gênero no setor, chega ao seu quarto ano com a seleção de seis obras de diferentes estados. São cinco ficções: “As Flores do Recôncavo”, de Glenda Nicácio e Ary Rosza (BA); “Coração de Lona”, de Tuca Siqueira (PE); “Avenida Beira Mar”, de Maju de Paiva (RJ); “Ecoloucos”, de Cibele Amaral (DF); “Sereis uma só carne”, de Andréia Kaláboa (PR); e um documentário: “E quem se importa?”, de Roberta Fernandes (ES).

O Selo Elas já atendeu 37 projetos – 16 fora do eixo Rio/São Paulo, já que a diversidade é a principal causa – tendo cinco filmes lançados (“Amores de Chumbo”, “Torre das Donzelas”, “O Incerto Lugar do Desejo”, “Aos Olhos de Ernesto” e “Mulher Oceano”), e tem hoje nove longas em pós-produção. “Além desta busca em ampliar a presença feminina no cinema, já que elas ocupam apenas 19% da direção dos filmes nacionais, nós temos o compromisso de escolher realizadoras de diversos estados do Brasil, tendo como foco dar voz a um cinema brasileiro plural”, conta Barbara Sturm, criadora do Selo ELAS. “Neste ano, temos seis projetos selecionados, sendo cinco deles de realizadoras fora do eixo Rio-São Paulo. E o grupo de consultores cresceu de 20 para 24 profissionais incríveis da indústria audiovisual.”, acrescenta. 

Com base no lineup da Elo, o Selo ELAS avalia cada projeto em busca de histórias emocionantes e originais, e diretoras com olhares potentes. Após selecionada, a obra passa a contar com uma mentoria de oito consultores destinados a auxiliar desde a parte jurídica, até roteiro, produção, direção e lançamento, sempre visando a audiência. Esta é a primeira vez que o Selo ELAS conta com tantos experts integrando a iniciativa, com a chegada de Fábio Cesnik, advogado especializado em direito de mídia e entretenimento; Kátia Nascimento, produtora executiva e profissional docente da Academia Internacional de Cinema; André Antunes, produtor executivo com anos de experiência em documentário, ficção e animação, e Marco del Fiol, diretor e fotógrafo à frente da produtora Mão Direta – especializada em documentário sobre arte e educação.

Entre os filmes que já passaram pelo selo, destaca-se a carreira em festivais do filme “Meu querido supermercado”, da diretora estreante Tali Yankelevich, lançado em 2019 no IDFA – International Documentary Filmfestival Amsterdam, passando também pelo MoMA’s Doc Fortnight 2020, Visions du Réel 2020, É Tudo Verdade 2020, FICG 2020, onde ganhou Menção Honrosa do Júri, e Indie Memphis Film Festival 2020, onde ganhou o Prêmio do Júri e Prêmio do Público de Melhor Longa na categoria Departures. O filme estreou em circuito comercial nos EUA em 24 de fevereiro de 2021, em Nova York, e será seguido por outras cidades ao redor do país, incluindo Los Angeles, São Francisco e Chicago. O documentário tem produção da Casa Redonda, coprodução Globo Filmes e Globo News e estreia em 22 de abril no Brasil. 

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