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Filme “As Órfãs da Rainha” estreia nos cinemas em 17 de agosto

Cena de "Órfãs da Rainha" (Foto: Divulgação)

O longa histórico “As Órfãs da Rainha”, novo filme da diretora, produtora e roteirista Elza Cataldo, estreia nos cinemas de São Paulo nesta quinta-feira, dia 17 de agosto. Com distribuição da Cineart Filmes e produção da Persona FIlmes, Elza – que dirigiu o aclamado “Vinho de Rosas” (2005) – volta mais uma vez ao passado, trazendo o período da Inquisição no Brasil Colônia do século XVI, e promove um resgate da importância da presença feminina nas páginas da história brasileira para falar de temas ainda atuais, como a opressão às mulheres e a intolerância.

“As Órfãs da Rainha” conta a história das três irmãs órfãs, Leonor (Letícia Persiles), Brites (Rita Batata) e Mécia (Camila Botelho). Criadas como católicas pela rainha de Portugal, elas são enviadas a contragosto para a colônia brasileira com a ordem de se casarem. A dura adaptação à precariedade do Novo Mundo é vivida de forma diferente por cada uma delas. Leonor é quem mais resiste à nova realidade e escreve cartas para a rainha, pedindo permissão para voltar. A resposta, entretanto, nunca chega. Assista ao trailer: 

Trailer de “As Órfãs da Rainha”

O longa foi filmado na Zona da Mata de Minas Gerais, em uma antiga fazenda localizada na zona rural. “O cinema nos possibilita transformar um lugar no outro, uma pessoa na outra. Nós transformamos uma fazenda de Tocantins, em Minas Gerais, nesta localização do Recôncavo Baiano, graças a um trabalho imenso realizado por um conjunto de profissionais talentosos e coordenado pelo diretor de arte Moacyr Gramacho”, comenta a diretora. 

A realização de “As Órfãs da Rainha” contou com o apoio do Polo Audiovisual Zona da Mata. Criado em 2002, o Polo mobiliza lideranças da região em torno de um Programa de Cultura, Educação, Inovação e Desenvolvimento Sustentável.

O roteiro leva as assinaturas da própria diretora, junto a Pilar Fazito e Newton Cannito. Para assegurar a fidelidade ao lastro histórico, Elza conta que, no curso do processo que precedeu as filmagens, chegou a ler mais de 300 livros. No processo de redação, os três também contaram com uma consultoria composta pelo historiador Ronaldo Vainfas, especialista no tema Inquisição; pela escritora e historiadora Mary del Priore especialista em história das mulheres; e pelo rabino Uri Lam, que é formado em Psicologia e tem mestrado em Filosofia.

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