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“Mais um Dia, Zona Norte” é o grande vencedor da Competitiva Nacional do 56º Festival de Brasília 

Filme “Mais um Dia, Zona Norte” (Foto: Guilherme Tostes)

A 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro consagrou “Mais um Dia, Zona Norte”, de Allan Ribeiro, com o Troféu Candango de melhor longa-metragem pelo Júri Oficial da Mostra Competitiva Nacional, na noite de premiação realizada no último sábado, 16, no Cine Brasília. O filme também foi quem mais arrematou troféus na noite, sendo agraciado com os prêmios de melhor ator e atriz coadjuvante (para Victor Veiga e Valéria Silva, respectivamente), melhor trilha sonora (para Allan e o músico Tibor Fittel) e ainda com as honrarias especiais do júri (para Silvio Fernandes); da crítica, entregue pelo Júri Abraccine; e do Prêmio Like, que concede R$ 50 mil em mídia para difusão do filme no Canal Like. Esta foi a segunda vez que o diretor carioca tem sua obra premiada em Brasília, após pouco mais de dez anos, quando levou os Candangos de melhor direção de arte e de melhor edição na edição de 2012, com o filme “Esse Amor que nos Consome”.

O brasiliense “Cartório das Almas”, de Leo Bello, foi destaque na Competitiva Nacional, com o troféu de melhor longa-metragem pelo Júri Popular. A produção levou também os Candangos de melhor edição de som (Olivia Hernandez) e de melhor direção de arte (Maíra Carvalho).

Já o mineiro “O Dia Que Te Conheci”, de André Novais, além de receber o Prêmio Zózimo Bulbul, foi lembrado em outras três categorias: melhor roteiro, para o diretor André Novais; melhor ator, para Renato Novais; e melhor atriz, para Grace Passô. 

Entre os longas da Mostra Nacional, quase todos os filmes foram premiados em alguma categoria. “A Transformação de Canuto” ficou com o Candango de fotografia (Camila Freitas) e direção (Ariel Kuaray e Ernesto de Carvalho), enquanto o documentário “No Céu da Pátria Nesse Instante” levou melhor montagem (Renata Baldi e Sandra Kogut) e o Prêmio Especial do Júri.

Curta-metragem 

Dentre os curtas-metragens, o maior destaque da premiação ficou com o documentário semi-autobiográfico “Pastrana”, de Gabriel Motta e Melissa Brogni, que levou o Troféu Candango de melhor curta-metragem segundo o Júri Popular, Prêmio Canal Brasil de Curtas e melhor montagem (para Bruno Carboni).

No Júri Popular, o curta “Vão das Almas”, de Edileuza Penha e Santiago Dellape, foi o preferido do público como melhor curta-metragem da Competitiva Nacional. O prêmio de melhor direção foi para a cineasta GG Fák??làdé, por “Remendo”, que também levou o Prêmio Abraccine, outorgado pelo júri da crítica. O filme ainda conquistou o troféu de melhor ator pelo trabalho de Elídio Netto.

Jhonnã Bao foi premiada melhor atriz e roteirista (em temática afirmativa) por seu curta “Erguida”, realizado por um equipe formada em grande parte por artistas travestis e mulheres trans. O melhor roteiro do Júri Oficial ficou com Catapreta, que assina a animação “Dona Beatriz Ñsîmba Vita”. Demais prêmios técnicos foram conferidos a “Helena de Guaratiba” (fotografia e trilha sonora), “Cáustico” (direção de arte), “Axé Meu Amor” (edição de som) e “Cidade by Motoboy” (menção honrosa).

Mostra Brasília 

Na Mostra Brasília, o júri do 25º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal consagrou o documentário sobre o teatrólogo uruguaio-brasiliense Hugo Rodas. “Rodas de Gigante” foi premiado como melhor longa pelo Júri Oficial, além de melhor direção (Catarina Accioly) e melhor montagem (Sérgio Azevedo). O filme também leva o Troféu Saruê, da equipe do jornal Correio Braziliense. 

Dentre os curtas, “Instante” foi o grande vencedor, com o prêmio de melhor curta pelo Júri Oficial, além dos troféus de melhor atriz e de melhor roteiro para a diretora Roberta Rangel. “Não Existe Almoço Grátis”, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, e “Nada se Perde”, de Renan Montenegro,  foram eleitos, respectivamente, melhor longa e melhor curta segundo o Júri Popular e ainda receberam menção honrosa do Júri Oficial.

Outros destaques da Mostra Brasília ficaram com “Ecos do Silêncio” (melhor fotografia e ator) e “O Sonho de Clarice”, que levou os prêmios de direção de arte, trilha sonora e edição de som. 

O 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi realizado pela Associação Amigos do Futuro e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e conta com o apoio do Canal Brasil, Canal Like, Apex Brasil e Cine Brasília.

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