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Cufa e FNA filmam campanha sobre inteligência artificial e racismo estrutural 

(Foto: Divulgação)

A CUFA (Central Única das Favelas) e a FNA (Frente Nacional Antirracista) lançam “The Prompt Bias” (“O viés do Prompt”). Concebido pela produtora Primo Content de forma colaborativa com a Favela Filmes, braço audiovisual da CUFA, e também com a Africa Creative, agência parceira da CUFA e da FNA, o filme pontua a presença do racismo estrutural nos bastidores do processo criativo das produções audiovisuais. 

A veiculação do filme é o início de um movimento de mobilização social para sensibilizar e conscientizar sobre o quanto os padrões racistas podem ser perpetuados e amplificados pelas tecnologias modernas. Ele expõe como as ferramentas criativas dinamizadas por inteligência artificial podem difundir de forma sutil e insidiosa preconceitos e discriminações. O filme tem trilha sonora original composta pela Halley Sound. Os diretores de cena Diego Santana Claudino e Guto Azevedo, que formam a dupla Salsa, da produtora Primo Content, assinam o projeto.

A produção explora ficcionalmente um exemplo concreto e impactante presente no cotidiano de profissionais do audiovisual e da comunicação em geral, ilustrando como essas tecnologias, se não forem cuidadosamente desenvolvidas, monitoradas e ajustadas com um viés antirracista, podem perpetuar desigualdades históricas e sociais. Assista: 

Para além do filme, o projeto também prevê uma imersão com jovens que fazem parte da produtora Favela Filmes – coautora do projeto e braço audiovisual da Central Única das Favelas. A ideia é discutir como as novas gerações de cineastas, film makers, publicitários e profissionais do audiovisual lidam com esses desafios. Esses encontros vão gerar um relatório de reflexões para ser levado a empresas de programação e linguagem, a fim de que esses códigos e algoritmos sejam revistos e uma perspectiva mais solidária e antirracista seja adotada. Todo o projeto conta ainda com uma série de exibições do filme e debates em comunidades, escolas e instituições ao redor do País, promovendo um diálogo aberto e inclusivo sobre os desafios e as soluções possíveis para combater o racismo estrutural na era digital.

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