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Espetáculo inédito “Cura”, dia Cia de Dança Deborah Colker, estreia no Globoplay

Cura

Neste sábado, dia 25 de setembro, às 20h, o Globoplay transmite – ao vivo e com sinal aberto para não-assinantes do mundo inteiro – “Cura”, da Cia de Dança Deborah Colker. Com criação, direção e coreografia de Deborah Colker, o espetáculo inédito conta com dramaturgia do rabino Nilton Bonder e trilha original de Carlinhos Brown. A transmissão do primeiro espetáculo de dança ao vivo na plataforma será realizada diretamente da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e conta com direção artística de LP Simonetti, direção geral de Angélica Campos e direção de gênero de Boninho. “É a primeira vez que eu vou fazer uma transmissão de um espetáculo de dança. Trabalhar com a Deborah Colker é uma honra. É super desafio e uma enorme responsabilidade criar essa linguagem junto com ela para a TV”, conta Simonetti. Após a live, o espetáculo ficará disponível na plataforma até o dia 2 de outubro. 

“Cura” trata de ciência, fé, da luta para superar e aceitar nossos limites, do enfrentamento da discriminação e do preconceito. Deborah Colker dedicou seu tempo, nos últimos anos, a buscar uma cura. No caso, uma solução para a doença genética que seu neto tem, a epidermólise bolhosa. Dessa angústia pessoal nasceu o novo trabalho da Cia. de Dança Deborah Colker, um espetáculo que vai muito além do aspecto autobiográfico.

A coreógrafa concebeu o projeto em 2017, mas foi no ano seguinte, com a morte de Stephen Hawking, que encontrou o conceito. Embora acometido por uma doença degenerativa, o cientista britânico viveu até os 76 anos e se tornou um dos nomes mais importantes da física. A partir dessa história, Deborah Colker percebeu que há outras formas de cura além das que a medicina possibilita. “Quando foi diagnosticado, os médicos deram a Hawking três anos de vida. Ele viveu mais 50, criativos e iluminados. Entendi o que é a cura do que não tem cura”, conta. 

Ao planejar “Cura”, Colker decidiu convidar Nilton Bonder para desenvolver a dramaturgia. “O espetáculo apresenta todos os recursos imunitários e humanitários em aliança pela cura. A ciência, a fé, a solidariedade e a ancestralidade são o coquetel de cura do que não tem cura. Concebido antes desta pandemia, o título não é um ‘conceito’, mas um grito”, afirma Bonder, autor, entre outros títulos, de “A Alma Imoral”. 

Já Carlinhos Brown foi convidado, inicialmente, para compor apenas o tema de “Obaluê”, mas é o responsável pela criação de praticamente toda a trilha, inclusive a canção inicial. “A música veio na minha cabeça logo depois da primeira conversa com Deborah. Eu pensei: ‘Isso é um chamado, não é uma trilha normal’. É um trabalho muito mais profundo”, afirma o músico, que canta em português, ioruba e até em aramaico. Pela primeira vez nos 27 anos de companhia, os 13 bailarinos também cantam durante a apresentação. 

Fundador da companhia ao lado de Deborah Colker, João Elias é o diretor executivo do espetáculo. Gringo Cardia, companheiro de Deborah durante toda sua trajetória artística, assina a direção de arte e cenografia de “Cura”. Os figurinos são de Claudia Kopke, e Maneco Quinderé é responsável pelo desenho de luz. 

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