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22/11/2018, 20:37

Tempo médio de consumo de TV nos domicílios brasileiros aumentou 12% nos últimos dez anos

POR REDAÇÃO

Novos dados levantados pela Kantar IBOPE Media identificam que, apesar das transformações tecnológicas e do avanço de outras plataformas de exibição de conteúdo audiovisual, a televisão segue tendo papel de protagonismo nos hábitos de consumo dos brasileiros: o hábito de assistir à TV regularmente chega a 93% da população nas principais regiões metropolitanas do país.

Para além de ser um hábito recorrente, a televisão gera extensa capacidade de envolvimento do meio. Nos últimos dez anos, por exemplo, o tempo médio de consumo domiciliar de TV passou de 08h18 para 09h17, registrando assim um crescimento de 12% ao mesmo tempo em que a internet performava em ascensão como plataforma de distribuição de conteúdo – o que nos permite concluir, à primeira vista, que o brasileiro não trocou um meio pelo outro, e sim acrescentou as novas plataformas em sua rotina.

Apesar das novas possibilidades na dinâmica do consumo, aqueles que assistem à televisão ainda o fazem em busca das mesmas razões. Segundo o Target Group Index, 71% dos entrevistados afirmaram assistir TV quando querem se informar, enquanto 65% a buscam como forma de entretenimento – ambos os dados se mantiveram estáveis nos últimos cinco anos. A TV, inclusive, segue imprimindo confiabilidade como meio de informação para a população: 56% confiam na TV para se manterem informados. Além disso, entre as pessoas que acessam notícias online, 51% delas o fazem nos sites e/ou aplicativos de canais de TV convencionais – enquanto 42% busca as mídias sociais e outros 29% preferem sites e/ou aplicativos de editoras de jornais.

Por fim, a televisão exerce ainda um papel importante na dinâmica social, para além de entreter e informar os consumidores. O levantamento da Kantar aponta que 51% das pessoas acham que a propaganda na TV é interessante e proporciona assunto para conversas e, entre os que acessam a internet enquanto veem TV, 23% comentam sobre o que assistem nas redes sociais, mostrando mais uma vez como o brasileiro se acostumou a consumir TV e internet de forma simultânea e agregadora.

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